segunda-feira, 21 de setembro de 2009


...e saber encarar os fatos como aprendizado e divertimento. Em algum momento um estalo repentino me fez enxergar que gargalhada cura o mal, e o poder de gargalhar está no que a gente escolhe ser a cada dia.

Aprender que se aprende realmente. Que se torna mais calmo, mais divertido ou desligado daqueles antigos detalhes próprios do ócio, não era nada culpa da nossa cabeça, apenas culpa do vazio. O vazio que nós nos deixamos estar por preguiça. Deu pra perceber que existe. Não porque foi João ou Maria... mas porque foi, porque uma hora seria. Fato! E que existe paciência, e ás vezes eu nem me pego pensando de novo em 1,2,3.. e que pequenas gentilezas não matam, que da pra perceber a nossa espontanea e "sutil" grosseria a tempo de consertá-la.

Que os artistas, os loucos e os soltos vivem mais
talvez menos, na questão de tempo. Mas mais, no sentido de saber aproveitar o viver.

Meu amigo, soorria. Você nunca mais vai viver isso novamente.

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O fato de ser um furacão me mata, ao mesmo tempo que me fortalece.