quarta-feira, 15 de junho de 2011


Não é impressão minha. As pessoas estão de fato cada vez mais idiotas. Gente, algumas vezes me sinto cercada num antro de ignorantes, de amebas imbecis que se gabam por serem merda. que a televisão, a modernidade, o consumismo estão fazendo com a cabeça das pessoas, gente? É sério.
Uma emagrece desenfreadamente por não comer e se acha o máximo pensando que vai aguentar passar a vida inteira assim, ainda fala com orgulho. Outro quer pagar de tatuador marginal que acorda as 3hrs da tarde. As mulheres engravidando cada vez mais precocemente, sendo que não tem dinheiro nem pra se sustentar. Aí contam com a ajuda, pena e caridade dos outros.

Na moral?! vão se foderem.

segunda-feira, 6 de junho de 2011


Eu sei que o ser humano pode se tornar um lixo imundo capaz de qualquer coisa por mais baixa que possa parecer. Mas eu ainda me surpreendo muito vendo casos de maus tratos animais. Coisas horrendas... praticadas por pessoas sem o menor pinga de sentimento. Pra colocar fogo no rosto de um cachorro, só mesmo alguém frio, frustrado e sem o mínimo de sentimento dentro de si. Eu acho que alguém que é capaz de barbarizar os sentimentos de um animal, é igualmente capaz de fazer qualquer coisa com um ser humano sem culpa alguma.

As vezes me pergunto se essas pessoas imundas não fazem isso pra descontar sua infelicidade e frustração suprema num ser indefeso. No qual, o crime... infelizmente não é julgado como CRIME e passa aos olhos de qualquer um sem pena.

quarta-feira, 1 de junho de 2011


Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios...

sexta-feira, 20 de maio de 2011


As pessoas (muitas vezes) não são nada e se acham no direito de dizer o que ou como você deve falar, agir, viver. O ser humano tem uma mania massante de achar que as pessoas tem que agir de forma igual. Se você fala além do comum (não do normal, do comum) você ta errado. Se você fala onde não falam, você automaticamente está errado. Se você tem um gosto musical estranho, diferente, você é esquisitão, e ta errado. Qualquer, qualquer coisa que seja um pouco diferente, você ta errado e te chamam atenção e querem que você seja e faça de outro jeito. Como assim?!

Uma vez, um amigo meu brigou muito feio com um affair, eles terminaram, e ele engoliu um monte de coisas que deveria ter dito na hora. Depois de sei lá, um mês... com algumas provocações ele não se aguentou, virou pra mim e disse: Aline, eu to me segurando, pq a minha vontade é falar poucas e boas, um monte de coisa que ta entalada na minha garganta.
Sabe o que eu disse? FALE! Fala TUDO, coloca pra fora tudo o que te incomoda, porque se o erro foi dele, o peso deveria estar nele, e não em você.

Sabe por que? Porque uma boa parte da vida as pessoas passam sendo reprimidas no trabalho, ou até em casa. Obedecendo ordens, aturando desaforos, reprimindo a sua personalidade e criatividade. Você não pode mandar seu chefe tomar no cu pq precisa do emprego, não pode gritar na empresa e se descabelar no transito e passar por cima de todos os carros, não pode mandar sua mãe se foder, porque ela te sustenta.
Mas as pessoas que não merecem o seu respeito, e que não pagam as suas contas, não tem o direito de fazer você se sentir entalado com absolutamente nada. Esse é o tipo de pessoa que se você não quiser, você não precisa conviver. Isso sim, é ser saudável. É ter o direito de ser como quiser, de se expressar e escolher as pessoas que você quer pra sua vida pessoal.

Esse é um direito que ninguém pode te tirar. E que é essencial para você se sentir pelo menos um pouco mais livre e satisfeito.

terça-feira, 17 de maio de 2011



Eu torço para ter alguma coisa que ainda me faça torcer, que me faça ter vontade de ir em frente, que faça eu me sentir tão completa a ponto de que, sem isso, eu não me sinta eu mesma.
Minha caminhada é um círculo que sempre me faz ter dúvida sobre a coisa certa. Minha maquiagem é exagerada, meu silêncio é o grito mais alto que eu posso dar. Minhas noites são clarões inspiradores comigo mesma, e nada pode me mudar ou cortar as minhas asas. O meu frio e calor, são internos, meu incomodo é interno e me faz ir cada vez além

sexta-feira, 13 de maio de 2011


Hoje de manhã eu estava me arrumando pra vir trabalhar e comecei a pensar em algumas coisas.

Sabe, eu sempre vi muitas mulheres ao meu redor acordando cedo para ir trabalhar, chegando tarde, fazendo janta para marido e filho. E isso incluía os finais de semana. Eu sempre desgostei desse estilo de vida, sempre tive pavor. Acho que ter um filho deve ser algo maravilhoso, filho vai ser a sua família pra sempre, independente de casamento ou relacionamentos frustrados. Um filho é uma herança que você deixa pro mundo. Também não desgosto da idéia do casamento. Ao longo dos anos você precisa cada vez mais de algum companheiro que te respeite e te ame do seu lado. Mas a idéia de perder a minha feminilidade para me tornar mãe, apenas mãe, sempre me assustou muito!

Antigamente o dever da mulher era ficar em casa, sem renda, dependente do marido, cuidado da casa e dos filhos. Atualmente as mulheres se orgulham de terem conquistado espaço dentro das empresas e voz dentro de casa, enfim... modernas e independentes. Mas, até onde isso é real?

O que eu vejo na maior parte dos casos, é que embora alguns homens ainda tenham se libertado da idéia machista de que a mulher, única e exclusivamente, cuide da casa, isso continua acontecendo, e talvez de uma forma até pior. As mulheres acordam cedo, vão para o trabalho porque precisam ajudar a sustentar a casa, e quando chegam, as tarefas não são divididas igualmente. É sempre a mulher responsável pela janta, pela roupa do filho, pelo banho do filho, pela louça, pelo pano na casa e pela roupa passada em prol da família inteira.

Ou seja, além de cuidar da casa e dos filhos, ela também sai pra trabalhar, e no geral deixa de ser mulher, pra virar um utensílio doméstico. Como uma máquina de lavar que nunca pode quebrar e deixar a família na mão, a mulher, ou melhor... a mãe/esposa não pode se dar ao luxo de ficar doente, nunca pode colocar a cueca do filho no armário do pai, nunca pode perder o horário, nunca pode deixar um espaço na vida único e exclusivo pra ela mesma, pra sua própria companhia e vaidade, porque um utensílio doméstico nunca pode parar.

Já que nós conquistamos nossa “independência” financeira, que tal conquistar nosso espaço como MULHER dentro da nossa família?

quarta-feira, 27 de abril de 2011


Você tem que cantar como se não precisasse de dinheiro, amar como se você nunca fosse se ferir. Você tem que dançar como se ninguém estivesse olhando. Isso tem que vir do coração, se você quer que dê certo."

terça-feira, 26 de abril de 2011


Não aguento mais ouvir falar no casamento tosco e aparentemente armado desse príncipe. Além de ter pinta de boiola, a noiva não passa de uma biscate interesseira que INTENCIONALMENTE entrou na mesma faculdade dele pra forçar uma aproximação mal (nesse caso bem) intencionada. Agora me diz, como um cara que sabe que a noiva já tinha como objetivo casar com ele sem nem conhecê-lo, casaria por amor? É viado, fato.

quarta-feira, 20 de abril de 2011


De um tempo pra cá eu decidi, definitivamente que não vou mais deixar que ninguém, absolutamente ninguém faça eu me sentir pequena, humilhada ou menor por ser tatuadora.

As pessoas são fracas e sem coragem, são todas como cordeirinhos doutrinados, e qualquer um que sair um pouco disso, passa a ser um estranho ou marginal aos olhos do mundo.

O tempo de experiência que eu tive dentro de um escritório foi o suficiente pra perceber que era desperdício demais ficar trancada ali dentro, me sentindo esmagada e com as asas cortadas. Era muita criatividade querendo sair por um corpo que não tinha espaço, onde não tinha lugar. E mesmo com a minha decisão, algumas vezes eu fui fraca o suficiente pra dar ouvidos a qualquer um. Nunca de ouvidos a qualquer.

Existiam três sapos. Dois morreram e um ficou rico. Um era surdo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Creep - Radiohead



‎"Whatever makes you happy
Whatever you want
So very special
I wish I was special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here
I don't belong me"

;)

quarta-feira, 6 de abril de 2011


Quem diria... dois anos depois daquele desespero, posso dizer com toda certeza, você é o meu amor.

E sabe o que acho mais engraçado disso? é que embora você precise melhorar e eu também, ninguém vira só pai ou só mãe. Nós dois nos ajudamos.

Te amo demais.

terça-feira, 5 de abril de 2011


Eu sou forte, tu és fraco. O protocolo é óbvio. Voltei ;)

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O fato de ser um furacão me mata, ao mesmo tempo que me fortalece.